Entre as histórias que conhecemos, algumas são verídicas, outras são criadas por alguma razão, normalmente de fundo moral, para os antigos, principalmente isso acontece para o aprendizado dos mais jovens e para que esses não esqueçam que existem limites na sua vida.
Um desses tipos de história é a lenda, tipo de história educativa contada em todas as partes do mundo e no Brasil existem várias contadas de norte a sul, uma delas, aquí no nosso estado do o Rio Grande do Norte, uma das mais conhecidas é a “lenda do carro caído”, em uma viagem de uma igreja de São Gonçalo para Extremoz.
Essa ideia trouxe a possibilidade de se criar um filme, de mesmo nome da lenda e para tal a necessidade de um roteiro inicial para seguir com a produção, onde um garoto negro encontra-se com seu avô e este conta a história da “lenda do carro caído” que aconteceu na lagoa de Extremoz, quando um homem (que na história também é negro) morre afogado com seus bois, quando as forças do mal arrastam o carro de boi com o homem, sino da igreja, bois e também um galo que ia de carona.
Essas forças do mal, está sendo estudado para ser algo mais fantasioso que maldito, como fala a lenda inicial. Estamos em tempos diferentes dos iniciais das nossas cidades e a linguagem pode ser ajustada. Talvez algo mais voltado para os encantamentos da lagoa que propriamente o diabo em si, como no original.
Lembramos que todos os personagens principais do filme são negro, inserindo assim uma visão mais voltada para a realidade social do país e também da cidade, onde filmes e animações, normalmente, trabalham com pessoas brancas, colocando o negro em segundo plano, com papeis menores.
Os personagens são típicos, sem maiores complexidades cognitivas para uma melhor compreensão de pessoas de qualquer idade, especialmente a criança, para a qual foi direcionada a história, que mistura humor e suspense.

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